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Cota de tempo

Um número fixo de minutos por dia. Com o que gastar é escolha da criança.

Um número, todo dia, e dentro dele a criança escolhe. A troca é proposital: você abre mão do controle do conteúdo em troca de um limite que não exige julgamento, nem negociação, nem discussão diária. É a abordagem mais fácil de manter com consistência. É também a mais fácil de minar, porque vinte minutos de um jogo de matemática e vinte minutos de reprodução automática não são os mesmos vinte minutos.

O que ela pede de você

Não o que ela promete

Cada abordagem aqui funciona para as famílias com quem combina. A pergunta útil é quanto custa levá-la no dia a dia.

  • Manter o número na noite em que mais dez minutos comprariam a sua paz
  • Aceitar que um cronômetro não sabe diferenciar duas horas muito diferentes
  • Um cronômetro, uma regra sobre quem o liga, e uma resposta para o que acontece no meio do episódio
Ponto por ponto

Onde ela está

Cada posição com a fonte de onde foi lida. A faixa clara mostra quanto espaço a abordagem deixa. Uma faixa larga não é imprecisão; quer dizer que os livros desta família de abordagens discordam entre si nesse ponto.

T1Quanto tempo de tela
o mínimo possívela quantidade não é o que se controla

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

T2Formato da regra
um limite diário fixodepende do dia

Fonte: Children and Parents: Media Use and Attitudes

T3Ligação com o comportamento
nunca conquistada, nunca tiradaconquistada, e tirada

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

W1Junto ou sem companhia
assistir juntoassistir sem companhia

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

W2Quem escolhe
os adultos escolhema criança escolhe

Fonte: Parenting for a Digital Future

W3Aparelho próprio
o mais tarde possívelcedo — é assim que as coisas são hoje

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

P1O que a tela é
entretenimento, no máximo neutrouma habilidade que vale construir cedo

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

P2Regras para os adultos
o uso dos adultos é outra históriaas regras são as mesmas para os adultos

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

P3Outras famílias
manter a regra, façam os outros o que fizeremnão deixar a criança de fora

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

C1Conflito que a casa aguentao que a sua vida permite
precisar que isso não vire brigaaguentar a discussão toda vez

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

C2Quanto a semana precisa das telaso que a sua vida permite
raramente precisar de tela para dar conta do diasem tela, nada anda

Fonte: Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

Para ir além

O que ler

Comparada com

Fontes desta linha

  1. Media and Young Minds / Media Use in School-Aged Children and Adolescents

    Declarações oficiais da American Academy of Pediatrics, Pediatrics 138(5), 2016. A origem dos limites por idade que a abordagem Seguir as diretrizes adota — e, desde a revisão de 2016, bem menos numérica do que a versão que a maioria das famílias lembra.

  2. Children and Parents: Media Use and Attitudes

    Ofcom, anual. Usado só para saber o quanto cada prática é comum de fato — o que alimenta o peso inicial usado para escolher as perguntas, e nada do que mãe ou pai vê.

  3. Parenting for a Digital Future

    Sonia Livingstone e Alicia Blum-Ross, Oxford University Press, 2020. A etnografia por trás do ponto “para que servem as telas”: as famílias se dividem entre as que abraçam, as que equilibram e as que resistem, em grande parte pelo que esperam do futuro.

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