Nenhum limite imposto de fora. O argumento é que uma criança que nunca administrou o próprio uso não aprendeu a fazer isso, e vai encontrar o problema mais tarde, com menos apoio e um aparelho pior. Vocês conversam sobre como é a sensação, você comenta em voz alta quando uma tarde inteira se foi, e deixa as consequências naturais, o sábado desperdiçado, o sono ruim, ensinarem. Exige muita confiança e é a que mais tende a deixar arrependimento.
O que ela pede de você
- Coragem de verdade, e uma longa espera até parecer que está funcionando
- Conversas frequentes e sem julgamento, que dão mais trabalho do que um cronômetro
- Ver a criança exagerar sem intervir, de novo e de novo
- Um olhar honesto sobre se isso é uma posição ou uma rendição. Vistas de fora, são idênticas