Você trata a questão como resolvida por quem a estudou direito, e segue as orientações para a idade: nada antes dos dezoito meses, mais ou menos uma hora para menores de cinco anos, limites consistentes depois disso. O atrativo é tirar a discussão de dentro de casa e colocá-la em algum lugar de fora. É um benefício real, não preguiça.
O que ela pede de você
- Acompanhar as mudanças, já que as orientações mudaram bastante e vão mudar de novo
- Aceitar que os números mais citados são a parte com menos evidência
- Fazer valer um limite que não foi você quem definiu, o que é mais fácil em algumas casas do que em outras